quinta-feira, maio 04, 2017



MARIA

E que nada de estranho habite os nossos corações.
Deixa-mos envolver pelo olhar dulcíssimo
Queremos a caricia consoladora do teu sorriso.
Ensina-nos o teu amor de predileção
Pelos pequenos e pobres,
Pelos excluídos e os que sofrem,
Pelos pecadores e os marginalizados:
Reúne a todos sob a tua proteção
E a todos entrega ao teu dileto Filho, o Senhor Jesus.

( Don Ferdinando Colombo


Mês de Maio - Centenário das aparições
Vivemos num mundo sobressaltado por ruídos e inquietações mas há horas de encontros humanos e espirituais que são espaços paradisíacos para quem quer crescer como homem/mulher crente.
 
O caminho do Centenário das Aparições vai facilmente fazer-nos passar por tempos de crise, autênticas oportunidades que nos fazem compreender que vivemos um tempo de
purificação e de crescimento interior. Nossa Senhora de Fátima pede-o continuamente aos pastorinhos ao pedir para rezar pela conversão dos pecadores.

Maria fala-nos do seu Coração Imaculado
Maria fala-nos do seu coração imaculado para nos fazer compreender que quer ter connosco uma relação interior, que envolva a nossa vida no amor, como também Ele se deu totalmente a Deus.

Vida de oração
Pede-nos para nos consagrarmos a Ela pela oração, com uma vida em graça, oferecendo as nossas fadigas e sofrimentos para participar do sacrifício de Cristo. É a atualização da Morte e Ressurreição de Cristo.

A luta entre o Bem e o Mal
A luta entre o Bem e o Mal está entrelaçada com a história e com a cultura das nações do mundo inteiro. Manifesta-se na difusão das ideologias materialistas, de doutrinas que
negam a Deus, de comportamentos sociais gravemente pecaminosos, de uma economia injusta que mata pessoas mais débeis.

terça-feira, abril 11, 2017



Signifiado da Páscoa:
Páscoa ou Domingo da Ressurreição é uma festividade religiosa e um feriado que celebra a ressurreição de Jesus ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário, conforme o relato do Novo Testamento. É a


principal celebração do ano litúrgico cristão e também a mais antiga e importante festa cristã. A data da Páscoa determina todas as demais datas das festas móveis cristãs, exceto as relacionadas ao Advento. O domingo de Páscoa marca o ápice da Paixão de Cristo e é precedido pela Quaresma, um período de quarenta dias de jejum, orações e penitências. O termo "Páscoa" deriva, através do latim Pascha e do grego bíblico Πάσχα Paskha, do hebraico פֶּסַח (Pesa ou Pesach), a Páscoa judaica.

A última semana da Quaresma é chamada de Semana Santa, que contém o chamado Tríduo Pascal, incluindo a Quinta-Feira Santa, que comemora a Última Ceia e a cerimônia do Lava pés que a precedeu e também a Sexta-Feira Santa, que relembra a crucificação e morte de Jesus. A Páscoa é seguida por um período de cinquenta dias chamado Época da Páscoa que se estende até o Domingo de Pentecostes.
O dia da Páscoa foi estabelecido por decreto do Primeiro Concílio de Niceia (ano de 325 d.C), devendo ser celebrado sempre ao domingo após a primeira lua cheia do equinócio da primavera (no Hemisfério Norte) e outono (no Hemisfério Sul).

A Páscoa é classificada como uma festa móvel, assim como todas as demais festividade que estão relacionadas a esta data, como o Carnaval, por exemplo. A comemoração da Páscoa, no entanto, costuma ser entre os dias 22 de março a 25 de Abril.

Páscoa Judaica
Para os judeus, a Páscoa (Pessach ou Pesach) é uma antiga festa realizada para celebrar a libertação do povo hebreu do cativeiro no Egito, aproximadamente em 1280 a.C.  
As festividades começavam na tarde do dia 14 do mês lunar de Nisan. Era servida uma refeição semelhante a que os hebreus fizeram ao sair apressadamente do Egito (o Sêder de Pessach).

quarta-feira, janeiro 25, 2017



Oração de S. Francisco de Assis
Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz;
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé;
Onde houver erros, que eu leve a verdade;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei com que eu procure mais consolar,
que ser consolado;
Compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser amado;
Pois é dando que se recebe;
É perdoando, que se é perdoado;
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

terça-feira, dezembro 13, 2016



MENSAGEM DO CAPELÃO


Nesta época tão especial do Natal, agarremo-nos a esta dimensão espiritual e comprometamo-nos a ser verdadeiramente humanos com alma espiritual que dinamize a nossa vida e a faça renascer para o amor, paz e muita saúde. O Natal tem a beleza humana de uma criança que nasce e de uma Mãe que dá à luz, para quem nem a precariedade das circunstâncias impede ou diminui a ternura. Mas se quisermos celebrar o Natal, temos de fazer do Natal a festa da descoberta de Jesus Cristo, do encontro com a salvação.
Sabeis o que torna difícil a verdadeira celebração do Natal? É que não são muitos os que desejam encontrar-se com Jesus Cristo, não são muitos os que desejam a salvação. E sem esse desejo, Jesus Cristo, nascendo ou morrendo, e ressuscitando, nunca será o anúncio da alegria definitiva.
A impiedade concretiza-se na negação de Deus, na irrelevância em que é tida a acção de Deus para a realização do homem; a injustiça ganhou dimensões gigantescas, tornou-se desigualdade chocante, que se exprime na violência e na corrupção; o abandono aos desejos mundanos anulou o espaço da exigência moral no exercício da liberdade. Por isso nesta época não há espaço para tristezas, alegremo-nos, olhemos para esta família de Nazaré, simples, pobre, mas rica de amor, tranquilidade e paz. No meio do desespero encontrou sempre aconchego de Deus, porque sempre acreditou que nele estava toda a orientação necessária para superar tudo. Agora é a nossa vez de depositarmos confiança neste menino que soube viver, sobreviver e morreu, mas permanece vivo em cada um de nós, sempre e quando o imitarmos, porque ele ressuscitou e continua a ressuscitar, porque somente nós podemos fazê-lo viver hoje e sempre. LMC

terça-feira, outubro 25, 2016



Entre o Sono e Sonho

Entre o sono e sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho
Corre um rio sem fim.

Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.

Chegou onde hoje habito
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.

E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme onde o rio corre —
Esse rio sem fim.

Fernando Pessoa



No 15 Outubro 2016 Celebramos 

Santa Teresa de Jesus que nasceu em Ávila, Espanha, no ano de 1515.

Entrou no Carmelo da Incarnação em 1535. Depois de um longo período de tibieza, começou a sua “conversão”, com uma intensa vida mística em contato com Cristo, que a levou ao forte desejo de servir a Igreja do seu tempo, dilacerada pela Reforma protestante.

Em 1562, fundou o Carmelo de S. José, em Ávila, onde deu início à reforma da Ordem. Seguiram-se diversas fundações de conventos reformados em Castela e na Andaluzia.

A reforma estendeu-se também aos conventos carmelitas masculinos, graças à colaboração de S. João da Cruz, seu diretor espiritual, a partir de 1567.

No leito de morte declarou-se feliz por morrer “filha da Igreja”. Faleceu a 4 de Outubro de 1582. Foi canonizada por Gregório XV, em 1623, e declarada Doutora da Igreja por Paulo VI, em 1970.

A SUA HISTÓRIA…
Teresa de Jesus deixou-nos um precioso testemunho da sua caminhada de fé no livro da sua Vida, onde revela uma infância religiosamente precoce, uma juventude vivida na crise, uma recuperação vocacional aos vinte anos, seguida ainda por uma experiência de vida religiosa com altos e baixos, até à “conversão” definitiva, quando já se aproximava dos quarenta anos.


É a lenta caminhada de uma história de salvação que, desde os limites do pecado, se desenvolve numa conversão sincera e total, com uma determinada determinação, com uma opção total e definitiva pelo Senhor, que dá azo a uma experiência mística em que Deus opera maravilhas.

A vida de Teresa testemunha o processo de transformação da sua pessoa, o desejo de salvação, a efetiva mudança de vida, a graça do Espírito Santo que a penetra e conduz a uma intensa experiência de fé cristã. Nela notamos a graça mística como iluminação interior e como experiência de salvação e de transformação, a presença de Deus, a força da Palavra e dos Sacramentos, a revelação de Cristo Ressuscitado, na sua santa humanidade, a efusão do Espírito Santo e dos seus dons. 
A experiência da inabitação trinitária, da comunhão total com Cristo esposo, orientada para o serviço da Igreja, meta ideal da santidade cristã, coroou a sua caminhada. Foi um itinerário em que a oração interior, divina amizade com Deus, foi a chave de compreensão.

Tudo desembocou na mística do serviço, numa forte unidade de vida vivida e ensinada pela santa, num grande amor pela Igreja, demonstrado concretamente na promoção da santidade da vida e no serviço da vida contemplativa para renovação da Igreja. LMC

 




quinta-feira, julho 14, 2016



AINDA E SEMPRE O SILÊNCIO
Já lá vai o tempo em que o silêncio era ouro.
Hoje, na época dos ruídos metalizados, nem a mais reles lata se associa ao silêncio. Fala-se, sem rodeios, do silêncio da lei, estrema-se a linguagem quando se diz que há um silêncio sepulcral e achincalha-se um oponente quando se afirma que se reduziu o fulano ao silêncio. Mas voltando ao principio.
Ao silêncio desfrutado, como ao silêncio que transporta respeito. Pelo outro e por cada um. É necessário reabilitar o silêncio que nos oferece tempos de expressão lhana, cristalina, límpida de nos exprimirmos e de nos sentirmos ser.


Convida-nos à profilaxia da introspecção, aproxima-nos na selecção do que não é silêncio.

A natureza gosta do silêncio sem adereços, porque o silêncio é a forma serena de se adormecer e o modo suave de se acordar. A neve vai no silêncio.

A alvura é o silêncio majestoso das cores na sua plena união. O nascer e o pôr-do-sol convidam à serenidade do silencio. O silêncio é o dia cedo, como contraponto da noite tarde.

No princípio certamente era o silêncio, no fim o silêncio será na eternidade entre o princípio e o fim. Não é o silêncio que nos aproxima da morte o mesmo que escutamos no ventre materno usufruindo da sua plenitude prenhe d amor?


O silêncio é o eco da nossa existência agora e o som da nossa não existência amanhã. O silêncio não acaba porque não tem medida, nem tempo.

Como tal, o silêncio é eterno e existe para além de nós, na imensidão do universo e na compreensão de Deus. E Deus ama o nosso silencio que lhe é oblado na quietude do tempo e na serenidade o encontro. LMC








EDUCAR HOJE

Verdades da Profissão de Professor

Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que os seus filhos sejam professores. Isso mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados.

Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.

A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda. LMC



quinta-feira, junho 09, 2016



Dia 13 de Junho "Santo António de Lisboa"
S. António nasceu em Lisboa, em 1195. No batismo, recebeu o nome de Fernando. Em 1210 entrou para os Cónegos Regulares de S. Agostinho, no mosteiro de S. Vicente de Fora, em Lisboa. Dois anos depois, desejando uma vida mais recolhida, transferiu-se para o Mosteiro de S. Cruz, em Coimbra. Ordenado sacerdote, em 1220, ao ver os restos mortais dos primeiros mártires franciscanos, mortos em Marrocos, sentiu um novo apelo vocacional e mudou-se para a Ordem dos Frades Menores, tomando o nome de António. Em 1221 participou no “Capítulo das Esteiras”, junto à Porciúncula, e viu Francisco de Assis. Depois de alguns anos no escondimento e na oração, começou a pregar com grande sucesso e frutos. Converteu hereges em Itália e em França. Morreu aos 33 anos de idade, perto de Pádua, onde foi sepultado. No dia do Pentecostes de 1232, um ano depois da sua morte, foi canonizado pelo Papa Gregório IX. LMC