sexta-feira, maio 03, 2013



 MÊS MARIANO! MÊS DAS MÃES
As Mães que Deus escolheu para nos gerar, criar, educar, proteger e amar. Não foi por mero acaso.
É o Mês de MARIA, a Mãe de Jesus . Maria, através de seu semblante deixa transparecer a divindade de seu Filho muito amado, Jesus. Ela é a Mãe do Puro Amor. Maria é promessa e esperança, é ternura e solidariedade, é bondade e amor. É o veículo direto que nos comunica com Seu Filho. É nossa intercessora. 
A ela, confiamos nossas fraquezas, nossos sofrimentos, nossas limitações. Maria é nosso HELP!
O colo de Maria é maternal. Nele, encontramos abrigo e consolo. Ela nos conforta, nos acalenta. A presença da Virgem Maria em nossas vidas é real. Maria nos guia a cada momento. É mãe cuidadosa e amorosa com seus filhos. Assim, também, devemos ser com nossos filhos, semelhantes à Maria. Tratá-los com carinho sob nossa orientação e cuidados, mesmo que tenhamos que nos esforçar em certas ocasiões. Devemos ser fiéis à Mãe de Deus, oferecendo nossas orações, aflições, angústias e tendo-a em lugar especial e respeitoso em nossas vidas. Ela, não se esquece de nós. Precisamos ser Mães como Maria, acalentando nossos filhos, educando-os e amando-os, dentro dos princípios morais, éticos e religiosos. Sejamos mães comprometidas com nossos filhos, até as últimas conseqüências. Isso, alegrará o Coração de Maria.

Maria supervisiona nossa maternidade. Ela é Mãe Celeste das Mães. Ela nos abençoa e solidifica nossa fé em seu Filho amado. Com Maria firmamos nosso elo de união com Jesus Cristo seu FILHO.
O profundo mistério de ser Mãe de Deus a coloca numa posição privilegiada na história da salvação, elevando-a acima de todas as criaturas. Porém, não podemos esquecer que sua vida foi de ser humano normal semelhante à nossa, com as devidas diferenças da época. Mas, as preocupações, sofrimentos, trabalhos, exatamente, como nós.
Nossa relação com Nossa Senhora é uma relação de infinita igualdade e ao mesmo tempo de grandezas diferentes.
Estamos acostumados a vê-la nos altares, merecidamente, envolta em vestes douradas, mãos postas, glorificada.Mas... Nos esforcemos para também vê-la de avental, cozinhando e lavando como nós.

E o SIM de Maria? É o SIM do verdadeiro e Santo Amor.
Queremos pedir um pouco da sua coragem, para darmos o “SIM” necessário à realização do Plano de Deus em nós. O Sim da Virgem Maria a coloca em plena disponibilidade ao Criador. Sem pensar nas conseqüências, faz a sua entrega, entrega total de prova de amor. Maria foi o maior exemplo de fé, de certeza, fidelidade ao Pai. Renuncia sua própria vida de jovem comum e assume o principal papel na História Universal, o de Mãe de Deus.

No segundo domingo do mês de maio, comemoramos o Dia da Mãe, que na verdade, é todo dia. Mãe não tem férias, assim como não tiramos férias de Deus. A Mãe exerce sua maternidade até o fim.
 São Bernardo, devoto mariano, dizia que o Coração de Maria Santíssima é como um quadro onde estão pintados todos os atrozes sofrimentos de seu Filho.
Para conhecê-los, não é preciso fitar a cruz, basta observar o coração da Mãe Dolorosa.Os espinhos que ferem a cabeça de Jesus, os pregos que transpassam os pés, as mãos, as feridas que lhe cobrem os ombros, os insultos, as angustias, tudo isso está visivelmente esculpido no coração da Santíssima Virgem.

No Coração das mães, também estão cravados os sofrimentos de seus diletos filhos. Como a Virgem Maria, as Mães têm seus sofrimentos e suas dificuldades. Confiemos nossas tribulações à Maria. Nas suas freqüentes aparições ela repete: “Orai, orai muito pela conversão dos pecadores! Fazei penitência!” Vivamos este mês com os olhos postos em Nossa Senhora, colocando-nos nas suas mãos abençoadas e peçamos-lhge que proteja as nossas mães. LMC






 




terça-feira, março 26, 2013



A Boa Vontade

 De todas as coisas que podemos conceber neste mundo ou mesmo, de uma maneira geral, fora dele, não há nenhuma que possa ser considerada como boa sem restrição, salvo uma boa vontade.

O entendimento, o espírito, o juízo e os outros talentos do espírito, seja qual for o nome que lhes dermos, a coragem, a decisão, a perseverança nos propósitos, como qualidades do temperamento, são, indubitavelmente, sob muitos aspectos, coisas boas e desejáveis; contudo, também podem chegar a ser extraordinariamente más e daninhas se a vontade que há-de usar destes bens naturais, e cuja constituição se chama por isso carácter, não é uma boa vontade. O mesmo se pode dizer dos dons da fortuna.

O poder, a riqueza, a consideração, a própria saúde e tudo o que constitui o bem-estar e contentamento com a própria sorte, numa palavra, tudo o que se denomina felicidade, geram uma confiança que muitas vezes se torna arrogância, se não existir uma boa vontade que modere a influência que a felicidade pode exercer sobre a sensibilidade e que corrija o princípio da nossa actividade, tornando-o útil ao bem geral; acrescentemos que num espectador imparcial e dotado de razão, testemunha da felicidade ininterrupta de uma pessoa que não ostente o menor traço de uma vontade pura e boa, nunca encontrará nesse espectáculo uma satisfação verdadeira, de tal modo a boa vontade parece ser a condição indispensável sem a qual não somos dignos de ser felizes.

(...) A boa vontade não é boa pelo que produz e realiza, nem por facilitar o alcance de um fim que nos proponhamos, mas apenas pelo querer mesmo; isto quer dizer que ela é boa em si e que, considerada em si mesma, deve ser tida em preço infinitamente mais elevado que tudo quanto possa realizar-se por seu intermédio em proveito de alguma inclinação, ou mesmo, se se quiser, do conjunto de todas as inclinações.” LMC

 

 




PÁSCOA
Páscoa....
Tempo de renovações.
Renovar o sorriso, a alegria, o cuidado com o outro.
Renovar a certeza de que podemos ser melhores
e fazer melhores quem está ao nosso lado.
Tempo de deixar a luz chegar devagarinho aos nossos corações.
Tempo de tocar com um sopro a melodia da vida.
Vida renovada.
Vida latente e presente.
Vida.
Deixemos encher os nossos olhos de um brilho novo.
Um brilho de Deus.
Um brilho de esperança. Texto de Dulce Barboa Faria



COMO ALCANÇAR A FELICIDADE
 
Acreditar que a nossa vida não é melhor nem pior que a de ninguém. Nunca sentir-se maior ou menor mas igual... Fazer o bem sem olhar à quem e não esperar nada em troca, é uma maneira de encontrar a felicidade... 

Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não envergonhar-se das lágrimas, diante da necessidade, é outra maneira de irmos ao encontro dela...

Ser humilde, prestar favores sem recompensas, abrir as mãos e oferecer ajuda; é uma maneira de buscar a felicidade...

Chorar e sofrer, mas lutar e procurar vencer, sem deixar que o cansaço te derrotar, nem o desânimo e o preconceito te dominar, é outra maneira de ganhar a felicidade...

Aprender a defender os teus ideais e a amar os teu semelhante, a conquistar os teus amigos pelo que tu és, e não pelo que queres que sejas, é mais uma maneira de abraçar a felicidade...

Saber ganhar e saber perder, é uma rara conquista, mas tu consegues... Tem fé, acredita em Deus! Vive cada momento como se fosse o último. Faz da tua vida uma conquista de vitórias, uma virtude e aproveita tudo o que ela te der, como uma oportunidade... mesmo sofrendo, sofre amando... pois é através do amor que encontrarás as chaves para abrir as portas da "FELICIDADE" LMC

quarta-feira, janeiro 09, 2013



Relação entre Liberdade e Responsabilidade
Para se compreender a relação entre a liberdade e a responsabilidade é necessário, primeiro que tudo, conhecer o que significam estas liberdades e a sua integração no contexto filosófico.
A palavra liberdade tem uma origem latina (libertas) e significa independência. Etimologicamente, a palavra responsabilidade também vem do latim (respondere) e significa ser capaz de comprometer-se.
No senso comum, liberdade é uma palavra que pode ser definida em variados sentidos (liberdade física, liberdade civil, liberdade de expressão…). Filosoficamente, a liberdade, e mais concretamente a liberdade moral, diz respeito a uma capacidade humana para escolher ou decidir racionalmente quais os actos a praticar e praticá-los sem coacções extremas. É de carácter racional, pois os homens devem pensar nas causas e consequências dos seus actos e na sua forma e conteúdo. Esta liberdade não é absoluta, é condicionada e situada. Condicionada porque intervêm no seu exercício múltiplas condicionantes (físicas, psicológicas…). Situada porque se realiza dentro da circunstância, mundo, sociedade em que vivemos. Todas as nossas acções são fruto das circunstâncias e das nossas próprias características. É também uma liberdade solidária, porque cada um de nós só é livre com os outros, visto que não vivemos sozinhos no mundo. A liberdade humana (pode chamar-se assim porque é de carácter racional e, logo, exclusiva dos homens) reside em se poder dizer sim ou não, quero ou não quero. Nada nos obriga a ter apenas uma alternativa. O exercício da liberdade exige reflexão e, logo, tempo. Por isso, a reacção é diferente da acção, visto que a primeira é imediata face a um estímulo.
A responsabilidade moral é, por sua vez, uma capacidade, e ao mesmo tempo uma obrigação moral, de assumirmos os nossos actos. É reconhecermo-nos nos nossos actos, compreender que são eles que nos constroem e moldam como pessoas. A responsabilidade implica que sejamos responsáveis antes do acto (ao escolhermos e decidirmos racionalmente, conhecendo os motivos da nossa acção e ao tentar prever as consequências desta), durante o acto (na forma como actuamos) e depois do acto (no assumir das consequências que advêm dos actos praticados).
A liberdade e a responsabilidade estão tão ligadas na medida em que só somos realmente livres se formos responsáveis, e só podemos ser responsáveis se formos livres.
A responsabilidade implica uma escolha e decisão racional, o que vai de encontro à própria definição de liberdade.
Por outro lado, se não agirmos livremente, não podemos assumir totalmente as consequências dos nossos actos, visto que as circunstâncias atenuantes seriam muito fortes. Só o sujeito que é capaz de escolher e decidir racionalmente, com consciência, é capaz de assumir as causas e as consequências da sua acção.
Além disso, a liberdade e a responsabilidade são parâmetros essenciais na construção de um indivíduo como pessoa, visto que é através da liberdade e da responsabilidade que um sujeito é capaz de se tornar efectivamente autónomo. LMC

terça-feira, janeiro 08, 2013




Desporto e a sociedade
O desporte é um fenômeno social complexo. Definimos dessa forma pela sua abrangência e inserção social. Palavras derivadas de ações desportivas são utilizadas nos meios empresariais como equipe, time, recorde, marcação cerrada, entre outros. Nos momentos de lazer a presença da linguagem provinda do desporte é ainda mais evidente.
O desporte, na sua origem, derivava de jogo e brincadeira. Eles eram parte da cultura, como expressão das tradições do sagrado ou do profano, consistindo numa atividade essencialmente lúdica de caráter ritual. Pelas exigências físicas, estas atividades celebravam o corpo, a força, a beleza e o mágico.
O desporte moderno retira o caráter ritual mágico religioso do esporte e o transforma em algo secularizado, sem estruturar-se na religião, incorporando elementos racionais, como medidas, recordes ou igualdade de chances.
Dessa inserção da linguagem no quotidiano e nas várias formas de relação sociais vem à força do desporte. A comunicação é muito importante para vivermos em sociedade, logo, se certo tipo de símbolo típico do desporte é reproduzido em vários contextos sociais, ocorre o que denominamos de desportivização da sociedade contemporânea.
O desporte desempenha um importante papel na formação do homem e da vida em sociedade, matriz de socialização e transmissão de valores, forma de sociabilidade moderna, instrumento de educação e fonte de saúde, estes são alguns dos atributos do fenômeno desportivo.
Particularmente no caso Portugues, o desporte é uma parte fundamental da cultura do país tomada como representação da identidade nacional, incorporando na sua prática os valores da sociedade. O desporte é espetáculo ritual. Com as camisolas das equipas, os cascois e hinos, com as paixões e desilusões, enfim é o pulsar da cultura viva. Mas, no mundo contemporâneo é também um grande negócio que movimenta bilhões de euros, dólares. Constitui, portanto, um fenômeno social observável na vida quotidiana que se articula com símbolos culturais, produção cultural, economia e política.LMC


OS VALORES DA VIDA EM SOCIEDADE

Os valores não surgem na vida em sociedade como um trovão no céu. São construídos na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas escolas, nas manifestações culturais, nos movimentos e organizações locais. Conhecê-los, compreendê-los e praticá-los é uma questão fundamental da sociedade atual. A luta por um mundo melhor, por uma civilização mais humana, mais democrática e mais justa tem sido, historicamente, construída pelo homem. Atualmente, os governos, as organizações não-governamentais e os cidadãos do mundo lutam pela equidade. O que é a equidade? É uma forma de praticar a Justiça, isto é, o respeito à igualdade de direito de cada um, que independentemente do que está escrito nos códigos jurídicos, esta no ADN de cada ser humano por direito.

 No século 21, a sociedade civil e política quer que todos pratiquem a equidade como expressão de um sentimento do que se considera justo, que seja expressa em forma de virtude de quem ou do que manifesta senso de justiça, imparcialidade, respeito à igualdade de direitos dos homens. Por isso, na Filosofia, a ética é o ramo de estudos que cuida particularmente de investigar os princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano.

Ela reflete especialmente a respeito da essência das normas, valores, prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social. Podemos observar que as ações humanas, em face de sentimentos, estímulos sociais ou de necessidades íntimas, requerem, para a boa convivência na vida social, bons costumes, boa conduta, segundo os preceitos socialmente estabelecidos pela sociedade. Uma pessoa, mesmo com as mais contundentes e sensíveis justificativas, em situação de privação material ou de fome, comete um crime ao roubar para alimentar-se. Roubar é um ato que fere a moral e os bons costumes.

Entre as diferentes ambiências humanas, a escola tem sido, historicamente, a instituição escolhida pelo Estado e pela família, como o melhor lugar para o ensino-aprendizagem dos valores, de modo a cumprir a finalidade do pleno desenvolvimento do educando, o seu preparo para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o mundo do trabalho. Sem a prática de valores, não podemos nem falar em cidadania. Sendo assim, caberá às instituições de ensino a missão de ensinar valores no âmbito do desenvolvimento moral dos educandos. Através da seleção de conteúdos e metodologias que favoreçam temas transversais (Justiça, Solidariedade, Ética etc.), presentes em todas as matérias do currículo escolar, os valores podem ser conhecidos e aplicados na vida diária de cada pessoa.LMC



Visão do mundo Atual

A historia mostra-nos que a injustiça sempre esteve ao lado da sociedade, seja na época da escravidão, revolução industrial e no atual modelo capitalista globalizado. Sempre existiu uma hierarquia social, na qual alguns eram privilegiados, outros nem tanto e outros massacrados, dignos de pena.

Essa injustiça, acredito que é provocada pelo instinto mais animal e hostil do ser humano, aquele que o faz querer ser melhor que todos e expor/alimentar isso seja para si próprio ou para o próximo, o problema são as varias variações do ponto; “Ser o melhor”. Eu tento entender conceitos como; “Ter carros/roupas/mansões caras… dá-te status, poder e respeito”, mas sempre esbarro no mendigo do sinal ou na criança da rua agonizando de tanto cheirar cola. Não sou hipócrita de dizer que certos consumos não me fazem necessário ou que não gosto de dinheiro(claro que gosto), mas garanto que tudo que compro é para atender a uma necessidade minha que nada tem haver com status, poder e respeito.

A grande questão é que um novo modelo económico está a deixar de ser utopia e passa a ser necessidade, tempos atrás foi preciso muita destruição para que a mudanças desse porte acontecesse, espero que agora não seja necessário, quero me adequar o quanto antes. O mundo globalizado, o capitalismo a flor da pele e do bolso veio acompanhar o da desigualdade social, aumento da criminalidade, desconfiança económica e excesso de valorização das coisas fúteis, aquelas que dão o tão sonhado status, poder e respeito.

Penso diferente, penso que para respeitar alguém é preciso admira-ló, não pelo o que tem ou onde está, mas sim pelo que faz, ou seja, eu valorizo o ser e não o ter. Pensando nisso tudo e trazendo para o meu mundo do meu dia a dia, penso que apenas com uma conjuntura sócio-econômica participativa, colaborativa e transparente o mundo estará salvo e pronto para crescer como deve crescer, com uma base em conhecimento/sabedoria e não de matéria. LMC

segunda-feira, dezembro 03, 2012



O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO NATAL

Luzes para todos os lados, árvores iluminadas, peru para a ceia, presente para amigos e familiares, nas portas da maioria das casas e apartamentos um bonito bonecozinho de barbas brancas com uma roupa vermelha, pessoas mais solidárias e fraternas, esses são alguns dos tantos itens que poderíamos listar aqui que compõem o Natal. Mas, mais do que as decorações e demais coisas que permeiam essa época, impressiona-me notar que a narrativa bíblica repete-se ano após ano. Mas, muitos nem sequer sabem o sentido verdadeiro do Natal. E por isso que precisamos de mostrar a todos, e principalmente às nossas crianças, que de nada adianta ter uma casa iluminada por fora se a Luz Maior e Verdadeira Jesus Cristoo iluminar as nossas famílias. Para mim, também são os gestos simbólicos que fazem do Natal uma época mágica. Mas não são os presentes, o consumismo nem a correrias das compras que o tornam mais feliz. Mas, sim e apenas Jesus de Nazaré e é por ele que em cada ano, encontramos-nos, diante deste acontecimento que nos comove. É a festa de Natal. É a chegada do Deus-Menino. É o Aniversário do Nascimento, de Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso único Mediador e SALVADOR... É para que Jesus possa nascer de novo em cada um de nós, nas nossas famílias, nos nossos lares e na nossa comunidade de vida e de trabalho que celebramos o Natal. “E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem”. (Lucas 2:6 e 7) Esta é tão só a única realidade que nos interessa anunciar, pois foi por nós, que ele veio ao mundo, viveu e morrer por nós e nos deu a salvação. Feliz Natal para todos…LMC

sexta-feira, novembro 30, 2012




                 
O Senhor está pra chegar,
já se cumpre a profecia;
o seu Reino então será liberdade e alegria.
E as nações, enfim, recebem, salvação a cada dia.  

DAS ALTURAS ORVALHEM OS CÉUS,
E DAS NUVENS, QUE CHOVA A JUSTIÇA,
QUE A TERRA SE ABRA AO AMOR
E GERMINE O DEUS SALVADOR!  (BIS)    
Vem de novo restaurar-nos. De que lado estará?
Indignado contra nós? E a vida, não darás?
Salvação e alegria, outra vez não trarás?  
Escutemos sua Palavra: é de paz que vai falar.
Paz ao povo e aos seus fiéis,
a quem dele se achegar.
Está perto a salvação e a alegria vai voltar. LMC

quarta-feira, novembro 21, 2012



A história actual da humanidade!
 Ver os telejornais ou escutar os noticiários é, com frequência, uma experiência que nos intranquiliza e que nos deprime. Os dramas dessa aldeia global que é o mundo entram em nossa casa, sentam-se à nossa mesa, apossam-se da nossa existência, perturbam a nossa tranquilidade, escurecem o nosso coração. A guerra, a opressão, a injustiça, a miséria, a escravidão, o egoísmo, a exploração, o desprezo pela dignidade do homem atingem-nos, mesmo quando acontecem a milhares de quilómetros do pequeno mundo onde nos movemos todos os dias. As sombras que marcam a história actual da humanidade tornam-se realidades próximas, tangíveis, que nos inquietam e nos desesperam. Feridos e humilhados, duvidamos de Deus, da sua bondade, do seu amor, da sua vontade de salvar o homem, das suas promessas de vida em plenitude. A Palavra que hoje nos é servida abre, contudo, a porta à esperança. Reafirma, uma vez mais, que Deus não abandona a humanidade e está determinado a transformar o mundo velho do egoísmo e do pecado num mundo novo de vida e de felicidade para todos os homens. A humanidade não caminha para o holocausto, para a destruição, para o sem sentido, para o nada; mas caminha ao encontro da vida plena, ao encontro desse mundo novo em que o homem, com a ajuda de Deus, alcançará a plenitude das suas possibilidades. Quem acredita convictamente de que Deus tem um projecto de vida para o mundo, têm de ser testemunhas da esperança. Eles não lêem a história actual da humanidade como um conjunto de dramas que apontam para um futuro sem saída; mas vêem os momentos de tensão e de luta que hoje marcam a vida dos homens e das sociedades como sinais de que o mundo velho irá ser transformado e renovado, até surgir um mundo novo e melhor. Para o cristão, não faz qualquer sentido deixar-se dominar pelo medo, pelo pessimismo, pelo desespero, por discursos negativos, por angústias a propósito do fim do mundo… Os nossos contemporâneos têm de ver em nós, não gente deprimida e assustada, mas gente a quem a fé dá uma visão optimista da vida e da história e que caminha, alegre e confiante, ao encontro desse mundo novo que Deus nos prometeu. É Deus, o Senhor da história, que irá fazer nascer um mundo novo; contudo, Ele conta com a nossa colaboração na concretização desse projecto. A religião não é ópio que adormece os homens e os impede de se comprometerem com a história… Os cristãos não podem ficar de braços cruzados à espera que o mundo novo caia do céu; mas são chamados a anunciar e a construir, com a sua vida, com as suas palavras, com os seus gestos, esse mundo que está nos projectos de Deus. Isso implica, antes de mais, um processo de conversão que nos leve a suprimir aquilo que, em nós e nos outros, é egoísmo, orgulho, prepotência, exploração, injustiça (mundo velho); isso implica, também, testemunhar em gestos concretos, os valores do mundo novo – a partilha, o serviço, o perdão, o amor, a fraternidade, a solidariedade, a paz. Que esta palavra agora e aqui deixada sirva para viveres melhor neste mundo, que é o nosso mundo, cheio de esperança, acredita nele, porque Deus acredita em ti…LMC

Teilhard de Chardin: “O progresso do Universo, e especialmente do Universo humano, não é uma concorrência feita a Deus, nem um esbanjar vão das energias que ele nos deu. Quanto mais o Homem for grande, tanto maior a Humanidade será unida, consciente e senhora da sua força, – quanto mais bela for a Criação, tanto mais a adoração será perfeita, tanto mais Cristo encontrará, para acrescentamentos místicos, um Corpo digno de ressurreição.”

terça-feira, outubro 30, 2012


A Vida em Sociedade Hoje!

Há duas tendências muito fortes no ser humano: uma para buscar a autonomia, a auto-suficiência, a independência; e outra para fazer parte e pertencer a uma unidade maior. Essa unidade maior pode ser definida como a família, a nação, uma ideologia, ou seja, um universo maior que tenha um significado importante. Dessa forma o indivíduo desenvolve-se, ultrapassa a sua individualidade e busca a integração com os outros.

 Para se desenvolver de forma equilibrada, a pessoa precisa comprometer-se, adaptar-se, ceder. Tudo isso não é muito fácil, pois sempre haverá conflitos entre o eu e o outro, entre o querer tudo para si e precisar fazer algo para o outro. A vida em sociedade fica mais fácil quando entendemos que dependemos uns dos outros para viver melhor, e que juntos somos mais fortes.

Os seres humanos não vivem juntos apenas por escolha, mas porque a vida em sociedade é uma necessidade. Se alguém, por livre vontade, se isolasse numa ilha, com todos os recursos para sobrevivência, em pouco tempo sentiria falta de companhia e sofreria com a solidão, por não ter com quem partilhar idéias, dar e receber afeto. Poderia até mesmo enlouquecer. Portanto, as pessoas satisfazem as suas próprias necessidades vivendo em sociedade. Quando a auto-estima - a visão que a pessoa tem de si mesma - é positiva, o relacionamento em sociedade torna-se mais fácil, mais saudável e mais satisfatório. O inverso também é verdadeiro, isto é, um bom relacionamento social alimenta a auto-estima positiva.

Para manter um bom relacionamento com as outras pessoas são necessárias algumas condições básicas: sermos autônomos, assertivos, confiantes e termos auto-estima elevada. Sem essas condições, atribuiremos aos outros a causa das dúvidas, fraquezas, incertezas e desconfianças que temos a respeito de nós mesmos.

Em sociedade o eu e o outro sempre se relacionam, e as necessidades sociais vão sendo estabelecidas. Elogiamos e somos elogiados; compreendemos e somos compreendidos; amamos e somos amados; vemos e somos vistos; valorizamos e somos valorizados. Até as frustrações são mútuas: rejeitamos e somos rejeitados; causamos dor no outro e ele em nós; discriminamos e somos discriminados. O certo é que para o bem e para o mal, querendo ou não, o outro é parte da nossa vida e a nossa vida é parte do outro.

Muitas pessoas queixam-se de que a sociedade define muitas regras e que sem elas a vida poderia ser melhor. A verdade é que cada um deve definir o seu limite, respeitar a sua individualidade e também a do outro. Aí surge a pergunta: isso também não é uma regra?


A necessidade de nos mantermos unidos a outros seres humanos não é um capricho ou um desejo individual, é uma questão de sobrevivência orientada pelo instinto e referendada pela razão. Aproveita para crescer, melhorar e aperfeiçoar-se como ser humano. Assim, estarás sempre motivado para praticar o bem e para o bem-estar de ti mesmo e de todos os que convivem contigo em sociedade. LMC

sexta-feira, outubro 19, 2012

EU E OS OUTROS



As outras pessoas são fontes permanentes de diferenças, mudanças e inconstâncias. Por isso, o convívio com os demais dentro do meio profissional, pode ser desgastante, quando não se respeita o fato de cada um ser único e, por tanto, pouco previsível aos olhos externos.  Cada pessoa faz as suas escolhas com base nas suas aprendizagens e a consequência disso é que os demais podem concordar com essas escolhas ou necessitarem de adaptação. Como cada pessoa costuma ter em mente um projeto diferente, as pessoas entram em conflito. E Satre sustentava a idéia de que: “o homem por si só não pode conhecer-se na sua totalidade, só através dos olhos de outras pessoas é que alguém consegue ver-se como parte do mundo. Sem a convivência, uma pessoa não pode perceber-se por inteiro. Só a convivência é capaz de nos dar a certeza de que estamos fazendo as escolhas que desejamos”.

Seguir o principio que não existe verdade absoluta e cada um está certo no seu ponto de vista, pode facilitar o convivio com os demais. Carlos Castaneda no seu livro Fogo Inteiro, define  os cinco atributos do guerreiro: controle, disciplina, paciência, oportunidade e vontade.

Uso esses 5 pontos como forma de convívio com as pessoas.

1- Controle: controle emocional, saber conhecer-se, respeitar os próprios limites, saber viver a vida como ela é e não como se imagina, fantasia.
2- Disciplina: para poder organizar e seguir um método de convívio, de mudança ou quebra de padrão na relação. Saber viver no agora e organizar-se para que a sua atenção esta com o foco no agora e na solução ao invés de estar perdido nos pensamentos passados ou que ainda estão por vir ou mesmo nos problemas e aborrecimentos.
3- Paciência: começando por ti mesmo e expando-te aos demais. As coisas tem um tempo para acontecerem, tanto mudanças internas quanto externas. Aceite e respeite.
4- Oportunidade: saber aproveitar as oportunidades de contato com as pessoas e usá-las da melhor maneira possível. Estar focado ajuda-nos a “enxergar” o obvio.
5- Vontade: de querer aprender, misturar-se e achar-se no contato com o outro. Usar essa energia que temos para poder seguir em frente.LMC




Certas relações no trabalho exigem uma dose a mais de paciência

 Saber lidar com as pessoas é uma arte. E justamente porque cada ser humano é único, é fácil perceber as diferenças entre cada um com grande facilidade. Se já compreender a nos mesmo nem sempre é fácil, imagina pensar sobre o próximo. A mente alheia é um grande mistério. A forma de agir e raciocinar é única e por isso a cada momento aprendemos a aprender a conviver.
        No dia a dia do nosso trabalho, muitas vezes, o contato com outros é mais do que importante, simplesmente é fundamental em muitos cargos. E as vezes, as relações tornam-se tão stressantes e cansativas que o sentimento de desgaste é inevitável. E, portanto, conviver com o outro passa a ser uma tarefa elaborada. Sobreviver aos relacionamentos problemáticos no trabalho faz com que os trabalhadores sejam considerados guerreiros, o que na verdade, era para ser algo simples e de pouca preocupação torna-se uma verdadeira batalha de sobrevivência. Criar uma estratégia de bem viver com o grupo é tambem saber eliminar e/ou dosear alguns itens como:
- vaidade
- querer ter sempre a razão
- brigar pelo melhor
- ignorar outra forma de pensar diferente da sua...Etc.
O outro é um grande desafio, que pode ser produtivo ou negativo.
“O inferno são os outros"